• Ar-Condicionado
Sistemas de ar-condicionado também exigem revisões periódicas.
Como na maioria dos componentes do veículo, no sistema de ar-condicionado podem ser feitas as manutenções corretiva e preventiva.
O ideal é que as peças sejam checadas a cada seis meses. Testes como o de pressão e velocidade da circulação do ar podem detectar mesmo os problemas mais prematuros do ar-condicionado. Além disso, a higienização e regulares trocas do filtro de ar habitáculo, também conhecido como filtro de ar da cabine ou do pólen, previnem a ineficiência do aparelho e o aparecimento de doenças respiratórias.
Existem dois tipos de filtros de ar da cabine, com e sem carvão ativado, componente que ajuda a filtrar, inclusive, o monóxido de carbono. A maioria dos veículos mais recentes é equipada com o filtro, mesmo não sem o ar-condicionado de série.
A troca do gás e do filtro secador não tem uma data definida. Alguns fabricantes recomendam que a substituição do filtro secador ou acumulador seja feita quando for aplicada a carga de gás. Esse desumidificador serve para absorver a umidade contida no gás refrigerante.
O inverno é uma época em que as pessoas não utilizam muito o sistema de ar-condicionado. Para manter o bom funcionamento e evitar riscos de enfrentar problemas no verão, basta seguir essas dicas simples. Assim o sistema manterá bom desempenho durante todo o ano. Lembre-se de que o ar-condicionado também ajuda a melhorar a visibilidade em dias chuvosos, funcionando como desembaçador do vidro dianteiro.
A principal recomendação para o inverno, devido à baixa freqüência de utilização, é ligar o ar-condicionado por cerca de cinco minutos pelo menos uma vez por semana. Isso evita problemas de lubrificação no compressor, o “coração” de todo o sistema de ar-condicionado.
Durante a estação mais fria do ano é comum que os vidros fiquem embaçados por causa da umidade. O ar-condicionado deve ser usado junto com o ar quente para retirar a umidade do ar e reaquecer para a temperatura desejada. Assim, a visibilidade será total em todos os vidros do veículo e a temperatura não será um problema para nenhum de seus ocupantes.
Assim como no verão, outros pontos também são importantes: fazer manutenção uma vez ao ano e trocar o filtro quando necessário. Além disso, crie o hábito de sempre deixar o ventilador ligado por aproximadamente 5 minutos com o ar-condicionado desligado (como no trecho final para o trabalho, ou no caminho para casa). Isso deve ser feito antes de desligar efetivamente o sistema ou o carro, para minimizar o odor e secar a caixa.
Se o seu carro possui válvula de água, aproveite o inverno para usar o ar quente. Assim você evitará a possibilidade de emperramento ou vazamentos na válvula.
• Arrefecimento
É o sistema responsável pela refrigeração do motor do carro. Hoje composto por vários elementos, e que no passado era bem mais simples. O aditivo que se recomenda adicionar ao sistema é muito importante por aumentar a vida útil das mangueiras, evitar a corrosão das partes metálicas como bloco do motor, alguns cabeçotes e bombas d’agua, entupimento dos dutos do radiador por sugeiras ocasionadas por corrosão, além de atuar no ponto de ebulição e de solidificação da água do sistema.
1) Estar sempre atento ao marcador de temperatura do painel (parece óbvio mas muitos não sabem que existe);
2) Verificar uma vez por semana o nível do líquido no reservatório de expansão sempre com o motor frio;
Obs: Atenção, caso necessite sempre completar o líquido, pode existir algum vazamento no sistema.
3) Apesar da gentileza do frentista não deixe-o abrir o reservatório ou radiador com o motor quente e nem completar com água fria toda vez que for abastecer. Além de riscos de queimadura, pode danificar o sistema.
4) Trocar o líquido de arrefecimento uma vez por ano. Assim como o óleo do motor o líquido perde suas características com o tempo e uso. É necessário a troca pois assim o motor vai economizar combustível, atingir potência máxima, emitir menos poluentes e reduzir o atrito e desgastes prematuros.
5) Verificar os componentes do sistema quando da troca do líquido realizar a manutenção preventiva do sistema, verificar em que condições estão os componentes, caso estejam com mau funcionamento providencie a troca, estudos provam que a manutenção preventiva reduz drasticamente as despesas com um veículo.
6) O sistema de arrefecimento é complexo, envolve muitos componentes e para uma boa manutenção exige um trabalho de profissionais capacitados. Portanto procure sempre uma oficina de sua confiança.
Um termostato com defeito poderia travar em posição aberta, o que aumenta o tempo de aquecimento e baixa a temperatura de operação, afetando a quilometragem útil da gasolina. Ele poderia também travar em posição fechada, o que superaqueceria o motor. Use o medidor da temperatura de arrefecimento como referência. Mesmo que seu carro não tenha medidor (somente uma luz no painel), uma maneira de descobrir se o termostato está com problemas é prestar atenção ao aquecedor do seu carro. Se não estiver fornecendo ar quente em cinco minutos, mesmo em temperaturas muito baixas, verifique o termostato.
Fonte: MTE-THOMSON
• Bateria
Nos veículos movidos por motores de combustão interna, a bateria é responsável por uma série de funções:
Fornece energia elétrica para o motor de partida e ao sistema de ignição durante o acionamento do motor;
Fornece energia elétrica para os equipamentos elétricos (relógios, alarmes e outros) quando o motor não está em funcionamento;
Fornece energia elétrica aos equipamentos elétricos, quando a demanda elétrica desses equipamentos excederem a capacidade de fornecimento do alternador;
Atua como um estabilizador de tensão do sistema elétrico como um todo.
Destacamos agora alguns passos importantes para a substituição de uma bateria automotiva:
1. Consulte sempre o catálogo do fabricante para verificar a aplicação correta quanto a capacidade e polaridade da bateria,
2. Certifique-se que todos os equipamentos elétricos estejam desligados quando substituir a bateria. Nunca substitua a bateria com o motor em funcionamento,
3. Sempre desconecte o cabo negativo primeiro, e reconecte-o por último;
4. Verifique a tensão de saída do regulador de voltagem, deve estar entre 13,5 V à 14,7 V.
5. Verifique a fuga de corrente ou corrente de stand by, se está nos padrões aceitáveis, de acordo com cada veículo,
6. Caso exista fuga de corrente, remova a corrosão dos terminais, bandeja, retentores e suportes antes de instalar a bateria nova,
7. Instale a bateria nivelada e aperte as conexões com o torque adequado.
Como preservá-la
Evite ouvir o rádio com o motor desligado por longo período,
mantenha o sistema elétrico do veículo sempre em dia (alternador, motor de partida e corrente stand by), fazendo revisões periódicas,
Verifique se a bateria está bem fixada na bandeja,
Caso uma bateria se descarregue, procure recarregá-la com a utilização de um recarregador de baterias. Baterias descarregadas não são baterias defeituosas.
É de fundamental importância que a bateria substituída seja devolvida em um ponto de venda para que seja encaminhada para um reciclador. Elementos químicos como o chumbo e o ácido sulfúrico quefazem parte de sua composição podem agredir o meio ambiente, desdeque sejam dispostos de forma inadequada.
Atualmente, já estão disponíveis no mercado, baterias que dispensam uma manutenção periódica.
Fonte: Delphi Automotive.
• Câmbio
O nível de óleo do câmbio precisa ser verificado aos 25 mil quilômetros. A troca completa deve ser realizada a cada 50 mil quilômetros, conforme recomendação do fabricante. Evite apoiar o pé sobre o pedal da embreagem, pois provoca desgaste das peças, como rolamentos e discos de embreagem. Manter o carro numa subida, usando o pedal da embreagem e do acelerador, aumenta o consumo de combustível e gasta o disco e platô.
• Cuidando do seu carro
Elementos pequenos como filtros de ar sujos, emissões excessivas de gases no escapamento e pneus abaixo da calibragem podem combinar-se para reduzir a economia de combustível em cerca de 25%.
A manutenção rotineira de um veículo é relativamente fácil. Com os sistemas eletrônicos e computadorizados atuais há menos ajustes para fazer e os intervalos entre as manutenções são surpreendentemente mais longos.
Carros com partida rápida, que rodam suavemente e estão em boas condições mecânicas conseguem a melhor quilometragem útil. Qualquer redução no desempenho interfere na economia. Manutenção programada também ajuda as peças a durarem mais e você economiza dinheiro de duas maneiras: hoje em economia, amanhã em custos reduzidos nos consertos.
A regulagem pode aumentar a economia de combustível em até 10%, declara a EPA (Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos). Em carros modernos com injeção de combustível equipados com sistemas de trem de força controlados por computador, há pouca "afinação" para fazer. Basicamente, essa afinação significa a troca das velas, embora seja também importante executar o tipo de manutenção preventiva descrita mais adiante nesta seção.
O manual do proprietário provavelmente irá indicar dois programas de manutenção: um para a direção "normal"; outro para a direção em condições mais "severas" ou "pesadas". Cada um possui seu próprio programa de manutenção, relaciona os sistemas a serem conferidos e o serviço a ser executado, tanto na quilometragem quanto no tempo decorrido entre as manutenções.
Mesmo que você não reboque um trailer ou dirija em condições de poeira, a direção em condição "normal" cai na categoria "pesada" se você vive em uma região sujeita a temperaturas muito quentes ou muito frias. Até viagens curtas freqüentes contam como direção em condições difíceis.
Quando estiver em dúvida, peque pelo excesso: opte pelo programa de manutenção mais rigoroso. Irá valer a pena em termos de economia semanal de combustível e confiabilidade do veículo a longo prazo.
As emissões do escapamento deveriam ser verificadas pelo menos uma vez por ano em veículos mais velhos. Quanto menor a emissão de gases, mais eficientemente o motor estará operando.
Reduzir a emissão de gases para os limites especificados pode melhorar a quilometragem útil da gasolina em 15%, e o motor também durará mais. O sensor de oxigênio é uma peça importante e algumas estimativas sugerem que um sensor com defeito pode reduzir a economia de combustível em 40%.
Sob lei federal, a maioria dos controladores de emissão é coberta por uma garantia de fábrica de 5 anos ou 80 mil quilômetros. Alguns consertos relacionados com a emissão de gases podem ser executados sem custo.
Esteja alerta para qualquer coisa estranha. Abra o capô e procure cabos e mangueiras soltas. Verifique regularmente os níveis de fluidos. Esteja consciente de qualquer queda na economia de combustível ou um cheiro diferente. Monitore o medidor de temperatura do arrefecimento, caso seu carro possua um. Observe qualquer batida de pino, ruído estranho, partida difícil ou perda de potência significativa.
• Direção
Todo veículo possui parâmetros de geometria, ou seja, medidas que se traduzem no conforto ao dirigir e vida longa para os componentes envolvidos. Um dos itens de geometria é a convergência das rodas, comumente chamado de alinhamento.
Esta convergência poderá ser positiva, quando as rodas estão ligeiramente fechadas, ou negativa, quando as rodas estão ligeiramente abertas, variando de carro para carro. O próprio uso do veículo faz com que este parâmetro saia de sua posição correta com o passar do tempo, por isso recomendamos a revisão dos mesmos a cada 5.000 km.
• Escapamento
Sistema de exaustão: checagem e manutenção do escapamento
De cada dois carros, pelo menos um apresenta alguma falha no conjunto de escape. Se a inspeção periódica nos diversos itens do veículo do cliente ainda não é um hábito na sua oficina, com certeza, você está perdendo dinheiro
De acordo com os números obtidos nas inspeções técnicas veiculares realizadas pelas empresas e entidades do setor de reparação automotiva em todo o País, mais de 50% dos veículos apresentam problemas no sistema de exaustão.
Responsável direto por reduzir os ruídos e a poluição decorrentes do funcionamento do motor do carro, o escapamento tem algumas outras importantes funções. Colabora para manter a pressão ideal e, conseqüentemente, o bom funcionamento do propulsor e o consumo adequado de combustível.
Funcionamento – Cada veículo possui um modelo específico de escapamento, mas quase todos são compostos basicamente por:
- Tubo dianteiro: responsável por captar os gases do coletor e direcioná-los até o catalisador;
- Catalisador*: obrigatório em todos os veículos fabricados à partir de 1992, funciona como conversor catalítico. Os metais ativos (paládio, platina e ródio) que compõem o núcleo promovem uma reação química que reduz em até 95% o índice de gases tóxicos emitidos pelo veículo;
- Silencioso intermediário: redireciona os gases no interior da peça, o que reduz o ruído de alta freqüência gerado pela combustão e pelo choque destes gases com o meio ambiente. Também evita a entrada de poluentes na cabine e melhora o rendimento do veículo;
- Silencioso traseiro: tem as mesmas funções do intermediário, agindo nas ondas sonoras de baixa freqüência.
Podem existir basicamente três tipos de silenciosos. O primeiro funciona por absorção. Furos no tubo interno recheado com lã de rocha, por onde obrigatoriamente passam os gases, absorvem as freqüências acima de 500 Hz. Outra forma de anular o barulho é a reflexão. Neste tipo de silencioso, os gases circulam em tubos e câmaras, para frente e para trás, até que o som seja anulado por interferência. O terceiro e último silencioso associa a absorção e a reflexão.
Inspeção – O período de garantia que a maioria dos fabricantes de escapamento oferece ao consumidor é de um ano. Mas isso não quer dizer que o cliente deva voltar à oficina apenas quando constatar algum problema ou após vencer o prazo. Pelo contrário, como não existe um tempo específico para troca deste componente, é importante que inspeções preventivas sejam feitas a cada três ou quatro meses, principalmente após a manutenção ou substituição de algum item do sistema de escape.
Como acontece aos outros componentes e sistemas do veículo, um coxim ou suporte quebrado ou mal colocado pode comprometer todo o conjunto. Assim, o proprietário do carro, que não sabe que o coxim está rompido, deixa de gastar R$ 10 em média, para desembolsar mais de R$ 150 com a troca de uma parte do escapamento que, por estar solta, sofreu desgaste por causa de inúmeras batidas. “Mesmo que você esteja realizando um reparo na suspensão do veículo, dê uma olhada nos outros itens. Um simples ajuste no suporte do escapamento, por exemplo, pode conquistar o cliente para sempre”, diz Marco Antonio Silva, diretor da rede de centros automotivos Máxima.
Os principais motivos de deterioração precoce do escapamento são as batidas, combustível adulterado, má colocação das peças e utilização da solda no processo de substituição. Além disso, o sistema de exaustão sofre um permanente processo de corrosão e ferrugem, provocados pelo vapor decorrente da combustão. Este vapor fica preso no interior da peça. Quanto menor a utilização do carro, maior o processo de desgaste. Isso porque, com o sistema frio, o vapor se condensa e se transforma em líquido.
Visualmente você deve checar a extensão de todo o escapamento, que não pode apresentar furos, rachaduras, vazamentos ou amassados. Qualquer dano reflete no funcionamento. A parte da peça comprometida deve ser trocada. Não há como consertar um escapamento. Não esqueça também de checar os parafusos de fixação da peça, suportes e coxins. “Encontramos diariamente inúmeros carros com massa cobrindo o furo do silenciador, cordas e arames segurando as peças e outros tipos de gambiarras. Em alguns veículos, o catalisador usado é retirado e apenas um cano é posto no lugar.
O reparador deve conscientizar o cliente de que esta é uma falsa economia, pois pode ocasionar maiores prejuízos, além de acidentes.
• Freios
Duplicar a velocidade significa multiplicar a distância de frenagem em 4 vezes. A distância de frenagem e o tempo de reação do motorista (aproxim. 1 segundo) nos dará a distância de parada. A extensão do percurso depende, entre outros fatores, do estado do sistema de freio do veículo e das condições da estrada (pista molhada prolonga a distância de frenagem).
Desde os anos 30, os fabricantes dividem o sistema de freio em dois circuitos independentes.
Desta maneira, se falhar um dos circuitos, o outro poderá frear com segurança.
Os circuitos mais aplicados pela indústria automobilística no Brasil são:
Circuito Paralelo e Circuito em Diagonal.
Importante: em caso de emergência, pisar fundo no pedal para reduzir o máximo possível a distância de frenagem. Se o veículo for equipado com ABS, poderá desviar de um obstáculo durante a frenagem.
A potência de frenagem é muitas vezes maior que a potência do motor, portanto um múltiplo em relação ao tempo entre o freio e o motor deve ser respeitado.
Principalmente em época de férias, com o veículo carregado, um freio em bom estado é imprescindível para garantir a segurança.
Você chegará ao seu destino de forma mais segura e descansado, fazendo paradas necessárias durante o trajeto, concentrando e mantendo as distâncias de segurança.
Antes de partir, faça uma revisão no sistema de freio em uma oficina especializada e se necessário, substitua os componentes do sistema de freio por peças originais.
O Liquido para Freios é higroscópico, ou seja, com o tempo ele absorve água no sistema hidráulico e principalmente quando está submetido a grandes esforços ex.: Descida de serra, trânsito intenso, etc., gera superaquecimento nos freios das rodas elevando a temperatura a aproximadamente 150ºC, podendo formar bolhas de ar dentro do sistema de freios (ponto de ebulição da água = 100ºC).
Assim sendo, o motorista pisa em falso no pedal do freio e corre o risco de falha.
Somente substituindo o Líquido para Freios anualmente ou a cada 10.000 km, se conseguirá um rendimento total do sistema de freios em qualquer circunstância.
O nível do Líquido para Freios poderá ser verificado no reservatório de plástico transparente em baixo do capô do veículo. Abaixo do nível especificado “máximo” significa um desgaste das pastilhas e/ou sapatas. Se o nível se encontra abaixo da marca “mínimo”, o sistema hidráulico pode ter vazamentos. NÃO SE PREOCUPE EM, SIMPLESMENTE, COMPLETAR O RESERVATÓRIO!
Leve imediatamente seu veículo a uma oficina especializada para encontrar a causa e arrumar a avaria substituindo as peças necessárias.
O percurso do pedal baixo não deve ser maior que 5 cm. Caso não note resistência alguma ou o pedal está baixo, a causa pode estar na falha do circuito hidráulico ou na formação de bolhas de ar no sistema.
Conseqüência: O percurso do pedal aumenta cada vez mais. Leve imediatamente seu veículo a uma oficina especializada para encontrar a causa e arrumar a avaria substituindo as peças necessárias.
Quando as rodas dianteiras travam, o veículo seguirá sua trajetória atual perdendo o controle sobre si mesmo (perde dirigibilidade).
Causas: pode ser pastilhas ou sapatas traseiras com aplicação errada, desgastadas ou com óleo, regulador do freio mal ajustado ou defeituoso, disco ou tambor desgastado ou defeituoso, circuito hidráulico do eixo traseiro defeituoso.
Leve imediatamente seu veículo a uma oficina especializada para encontrar a causa e arrumar a avaria substituindo as peças necessárias.
Quando as rodas traseiras travam, o veículo perde estabilidade, a parte traseira ”joga” bruscamente e o veículo derrapa.
Causas: pode ser pastilhas ou sapatas dianteiras e traseiras com aplicação errada, regulador do freio mal ajustado ou defeituoso, pastilhas ou sapatas dianteiras desgastados ou defeituosos, cavaletes de freio do eixo dianteiro defeituosos. Leve imediatamente seu veículo a uma oficina especializada para encontrar a causa e arrumar a avaria substituindo as peças necessárias.
O veículo deve manter sempre sua trajetória, principalmente em freadas de emergência.
Qualquer tentativa de controle no volante, pode acabar em derrapagem (exceto se o veículo for equipado com ABS). Causas: se a falha for proveniente apenas em um dos lados, pode ser pastilhas com aplicação errada, desgastadas, com óleo, vitrificadas, discos ou tambor desgastados, ou defeituoso, pistões dos cilindros de roda presos por oxidação.
Leve imediatamente seu veículo a uma oficina especializada para encontrar a causa e arrumar a avaria substituindo as peças necessárias.
Verifique, periodicamente, todos os componentes do sistema de freio, principalmente depois de tempo úmido ou infiltração por água, fatores que aumentam a corrosão por agentes químicos. O líquido para freio absorve água.
Verifique o sistema de freio do seu veículo em uma oficina especializada e substitua as peças defeituosas por peças originais e nunca complete o reservatório do líquido para freios; substitua por inteiro.
“Para sua segurança, siga estas dicas.”
Fonte: Freios ATE
• Injeção eletrônica
É o sistema de alimentação de combustível nos carros mais modernos. Muitos crêem que o sistema de injeção se limita aos bicos injetores, porém é apenas um dos elementos. A manutenção adequada, que inicia-se até com a substituição do elemento do filtro de ar ou com o uso de um bom combustível, é o que faz o sistema funcionar bem e com uma boa performance de consumo.
Faça uma verificação do sistema a cada 10,000 km ou até mesmo antes em caso de se usar o carro em condições mais severas – atenção – o regime de trânsito de uma cidade grande é uma condição muito crítica, pois o motor trabalha muito tempo em marcha lenta e com a temperatura bem alta.
Para prolongar ao máximo a eficiência das válvulas de injeção o carro deve preferencialmente ser abastecido com gasolina aditivada, que assegura a limpeza dos componentes por pelo menos 150.000 km, podendo passar disso. Curiosamente, alguns manuais de carros nacionais, como o do Honda Fit, por erro de tradução recomendam usar gasolina comum não-aditivada, mas isso não deve ser levado em consideração: nos países avançados toda gasolina é aditivada há pelo menos 10 anos.
A gasolina aditivada tem o efeito benéfico de manter limpo todo o sistema de alimentação, começando da bomba de combustível, bem como cabeçote, válvulas de admissão e escapamento e câmara de combustão. Deve ser usada também em veículos flexíveis em combustível (os flex atuais).
Deve ser lembrado que embora custe pouco mais, a gasolina aditivada mais do que compensa no longo prazo, pois evita despesas com limpeza de válvulas de injeção.
Uma recomendação: só abasteça em postos de bandeira conhecida (como, por exemplo, Esso, Petrobrás, Shell, Texaco). De outras bandeiras, só por recomendação de alguém que tenha experiência com um determinado estabelecimento. E fuja de combustível muito barato, pois como ninguém gosta de perder dinheiro, preço baixo é caminho certo para pôr no seu carro gasolina adulterada.
• Lavagem
A lavagem tradicional correta é com água e detergente neutro, de preferência na sombra e seguida de secagem completa da carroceria.
Deixar de secar a carroceria com panos e desprezar a cera protetora ficam longe do correto. Sol e vento, como elementos únicos para secagem com o carro em movimento, são inimigos da boa conservação.
Importante:
Eliminar o mais rapidamente possível excrementos de aves, insetos, manchas de piche, e de gordura pois tudo isto contem substancias que provocam grandes danos à pintura.
O que não se deve fazer:
- limpar a carroceria a seco.
- usar gasolina, querosene ou tira manchas para tecidos na limpeza da pintura, assim como nas peças de plástico.
- raspar as manchas de piche,insetos mortos ou outra sujeira que tenha aderido à pintura.
- lavar a carroceria quente ou ao sol .
- limpar os faróis com panos secos ou abrasivos ou com produtos detergentes ou solventes.- deixar acumular sujeira na carroceria.
- andar frequentemente na lama sem lavar as partes de baixo do veiculo e o interior dos para-lamas.
- as peças em plástico não deverão ser polidas.
- usar produtos que contenham silicones.
Limpeza Interna:
- Tecido (bancos e assentos), utilizar água com sabão liquido. Para retirar pelos de animais e pequenas sujeiras, use um aspirador ou uma fita plástica enrolada na mão, com a cola virada para fora e pressione sobre o lugar a ser limpo, a sujeira vai colar na fita.
- Plásticos (painel de bordo, guarnições das portas e tecidos do teto) utilizar agua adicionada com sabão liquido ou excepcionalmente, álcool desnaturado (depois de ter feito um teste numa área não visível).
- Deve evitar-se o mais possível o uso de detergentes que contenham solventes.
- Deve-se limpar sempre várias vezes com um pano macio limpo e evitando molhar demais.
- Manchas no estofamento, veja na pagina Manchas.
• Lubrificação
O nível de óleo deve ser verificado uma vez por semana com o carro frio. Ele precisa estar entre o mínimo e o máximo da vareta do medidor. Quando completar o nível, é importante usar o mesmo tipo e marca de óleo que estiver sendo usado no seu carro. A troca completa do óleo sintético deve se realizar a cada 10 mil quilômetros, já a do óleo mineral a cada 5 mil quilômetros. Nunca deixe de efetuar a troca com mais de um ano, e sempre que a fizer, o filtro de óleo deve ser substituído. A cada troca de óleo, limpe o filtro de ar, que deve ser substituído sempre que estiver sujo.
• Motor
O filtro de combustível deve ser trocado a cada 20 mil quilômetros. Veja também as correias dentada, do alternador, da bomba d'água, da direção hidráulica e do ar-condicionado a cada 20 mil quilômetros. Elas devem ser substituídas entre 30 mil quilômetros ou no máximo 3 anos de uso. Verifique as mangueiras do combustível sempre que possível e troque-as quando estiverem ressecadas, trincadas ou folgadas.
• Pintura
Seiva de árvores, fezes de pássaros e insetos “atropelados” podem manchar a pintura da carroceria, principalmente no capô que sempre trabalha em temperatura superficial superior.
Na hipótese de demora da lavagem completa, deve-se fazer a limpeza no local afetado o mais rápido possível.
• Rodas e pneus
O tipo dos pneus que equipam o seu veículo devem obedecer à indicação que vem no manual do proprietário. A cada duas semanas, ou antes de viajar, os pneus precisam ser calibrados ainda frios. Complete com a pressão correta indicada para os pneus, que vem impressa no manual do carro e nas tabelas específicas. Verifique também o estepe. O uso da tampinha na válvula de ar de cada pneu é fundamental para evitar que o bico receba impurezas. O momento ideal para a troca dos pneus é quando a marca de desgaste, um triângulo ou as letras TWI impressas na lateral deles, são atingidas.
Deve-se fazer o rodízio a cada 10 mil quilômetros, além do alinhamento de rodas e direção. Para os pneus radiais, o rodízio deve ser em linha reta. Os traseiros trocam de posição com os dianteiros, ou seja, o da esquerda com o mesmo lado e o da direita com o seu equivalente. Para os pneus diagonais ou normais, o rodízio é em forma de X, ou seja, os traseiros trocam de lado com os dianteiros, que passam em linha reta para os traseiros, sem alternar os lados. As rodas devem ser balanceadas após o rodízio, ou sempre que você substituir pneus.
• Sistema elétrico
Fique atento na altura dos faróis alto e baixo. Mantenha-os sempre regulados. Confira se todas as luzes acendem, pois a falta de uma delas pode diminuir a sua segurança e resultar em multa. No caso de um fusível queimado, substitua-o por outro de mesma amperagem.
• Suspensão
Trata-se do conjunto de componentes que sustentam a carroceria do veículo e sua carga, além de trabalharem para o conforto, segurança e estabilidade do mesmo. Por ser um conjunto, tudo trabalha em harmonia e por isso deve ser revisada periodicamente a cada 5.000 km, para que um pequeno defeito em um de seus componentes não prejudique os demais.
Um dos itens deste conjunto é o pivô; elemento fixado na extremidade do braço de suspensão, podendo-se ter um superior e um inferior em alguns casos, está ligado diretamente a roda do veículo, fixando esta no braço da suspensão. Um desgaste deste gera barulho e a quebra, o deslocamento excessivo da roda e a perda de controle do veiculo.
Faça uma revisão completa dos eixos, molas, rolamentos, pivôs, terminais, juntas homocinéticas, coxins, bandejas, batentes e buchas a cada 5.000 km. Os amortecedores devem ser substituídos a cada 40 mil quilômetros. Se você pressionar o carro para baixo, ele deve subir uma vez e parar. Senão, os amortecedores estão sem função.
• Velas
Substitua as de cobre a cada 15 mil quilômetros e as de prata ou eletrodos múltiplos depois de 30 mil quilômetros. As mais recentes de platina precisam ser trocadas apenas a cada 60 mil quilômetros. Ao fazer essa substituição, verifique também os cabos de velas. Problemas de perda de potência, geralmente são ocasionados pelas velas, que devem estar sempre reguladas. |